terça-feira, 25 de agosto de 2015

Fallahi Belly Dance - ATS® - Beth Fallahi Sister Studio, Paula Fallahi e...

Pensamento de mãe

Sobre mães e filhos e demais descendentes

Durante todos esses anos venho desenvolvendo um trabalho de dança onde sempre desejei ser diferente de tudo e todos.
Mais liberdade, sem idolatrias desnecessárias, assim me encontrei na dança tribal fusion e ATS.
Hoje nossa mãe Carolenea, ensinou como toda mãe, não fumarás, não matarás,, não fará nada que envergonhe o nome da família, aí vieram os filhos (Sisters) e depois os filhos dos filhos. E lógico tem os rebeldes.
"Mãe Carol vou fazer tudo dentro da suas regras, mas vou usar a roupa que eu quiser na cor que eu quiser (respeitando lógicamente sua religião).
Assim somos brasileiros e brasileiras, com nosso jeito.
Criei o Tribal Rock em 2015 pensando numa nova releitura de evento tribal, com músicas que o público aprecia e dando a chance aos bailarinos de serem iguais uns aos outros como uma tribo. Sem preferências e exclusividades, somos todos iguais perante aos olhos de qualquer mãe, concordam?
Crescimento, sempre

terça-feira, 28 de julho de 2015

Duas irmãs que estão comigo a tanto tempo que nem dá para acreditar que fazem de tudo um pouco e muito bem


Meu início na escola foi na dança do ventre, não conhecia o mundo do Tribal e nem o ATS.
Eu me lembro que via as apresentações do grupo antigo e achava o máximo, mas não me imaginava no grupo (porque eu sempre fui muito desajeitada ! HAHA)
Quando a
Beth Fallahi me chamou pra fazer parte do grupo eu demorei um pouco pra aceitar porque a responsabilidade era muito grande e eu confesso que senti medo, mas entrar para esse grupo foi a melhor coisa que me aconteceu. No início não foi fácil (acredito que todas as meninas pensam a mesma coisa), mas cada apresentação é uma superação.
É claro que temos nossas dificuldades e também tivemos aquelas que queriam ser estrelas, mas o Grupo não é para isso e todas temos o mesmo valor dentro dele. E isso é o mais gostoso, saber que precisamos umas das outras.
Eu nunca imaginei que veria a Rachel Brice na minha vida e por causa do grupo eu pude ver ela dançando bem pertinho da gente.
O
Marcelo Justino dançou no meu chá de cozinha ! (Quase morri de emoção !)
Cada viagem que fazemos juntas é uma história pra contar ! (E olha que já temos muitas histórias engraçadas !)
Só tenho a agradecer ao
Fallahi Dança Do Ventre pela oportunidade de fazer parte desse grupo maravilhoso que já se tornou uma família pra mim !
Meus domingos de manhã são mais felizes com vocês
 



Como quase todo mundo já falou eu tô sem idéia
Bom, desde pequena eu amo dançar, comecei com 7 anos no Ballet e logo em seguida com a dança do ventre, porém não era nada sério, nada profissional. Com a entrada da Paloma no Fallahi e em sua primeira apresentação eu fiquei encantada... sempre à acompanhava nas aulas e já amava a escola mesmo sem fazer parte dela. Quando finalmente fui convidada pra fazer parte da escola fiquei muito feliz, a
Beth sabia q eu não tinha condições para pagar as mensalidades e mesmo assim me aceitou.
Logo q entrei já fui convidada pra participar do grupo, não sabia como era mas aceitei de cara. Só depois q entrei percebi o qnt é sério e ao mesmo tempo divertido participar de um grupo, a cada apresentação uma nova história e nem preciso dizer o qnt evoluo a cada aula... Mas o q realmente me chama a atenção é a nossa união, ganhei uma nova família. Conheci profissionais q nunca imaginaria conhecer e devo tudo isso a família
Fallahi e principalmente a Beth, q acreditou em mim qnd nem mesmo eu acreditei...
Agradeço imensamente por todos os ensinamentos e sei q ainda tenho mt o q aprender.
Vc é mt mais q uma professora, vc é uma mãe (as vezes brava haha) mas é esse seu jeito q mantém o grupo unido

E não tenho mais idéia...
FIM haha


segunda-feira, 27 de julho de 2015

Depoimento da minha filha mais velha, com ela tudo começou, dança do ventre e as pesquisas onde tudo que diz respeito ao FCBD.


Sou bailarina de Dança do Ventre há quase 20 anos. Em um determinado momento de minha vida, percebi que eu não tinha mais espaço para criar, ir além, buscar uma identidade. Minha identidade na dança. Algo além da superficialidade que vejo nas Belly Dancers da atualidade. Ao mesmo tempo, minha mãe criava, com suas alunas, um grupo paralelo. Danças diferentes, músicas diferentes, roupas diferentes. Ali se iniciava a incursão dela no mundo tribal. Minha mãe simplesmente não para no tempo ou segue modinhas; ela cria. Se vai funcionar como o esperado ou não, bom, isso não importa. Porque o Tribal é assim, uma arte em constante experimentação. Assim, seguindo seu exemplo, resolvi tentar, experimentar, inovar. E decidi caminhar lado a lado, eu, ela mais minha irmã, pesquisando, estudando, entendendo. E quando percebi que ali me reencontraria novamente e entraria em contato com um mundo totalmente avesso ao que eu conhecia, onde podemos abraçar nossas raízes e ser livres dos padrões aos quais a Dança do Ventre impiedosamente nos impôs, eu finalmente senti felicidade em dançar outra vez. ATS = tribo = verdade = liberdade!